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Na Primeira Fila

Notícias, Críticas e Trailers de Filmes e Séries | Cinema e Televisão

Na Primeira Fila

Notícias, Críticas e Trailers de Filmes e Séries | Cinema e Televisão

17
Fev18

Liga da Justiça (Crítica)

Ontem à noite vi finalmente a Liga da Justiça, que não tive a oportunidade de ir ver ao cinema. A minha relação com os filmes da DC sempre foi má. Com a exceção da trilogia de Nolan e da Mulher-Maravilha, o Universo da DC no grande ecrã é confuso, fraco e inconsistente. É pena, pois a DC Comics tem personagens muito bons, que seriam incríveis de ver no grande ecrã.

 

Neste aspeto, eu sou um fã muito maior da Marvel. Quase todos os projetos da marca no grande e no pequeno ecrã são de qualidade, as personagens são diversas e não há mais que um ator a interpretar o mesmo personagem. A qualidade da Marvel Studios é ainda muito superior, criando um universo consistente, parecendo mais uma série de episódios, do que vários filmes diferentes.

 

 

Mas, A Liga da Justiça não foi assim tão má. Eu tenho também uma relação confusa com o diretor Zack Snyder. Gosto de alguns dos seus filmes, mas não gosto de nenhum dos que ele fez para o DCEU. Com a morte trágica da sua filha, Snyder foi substituído neste filme pelo diretor dos Vingadores, da Marvel, Joss Whedon. Também não sou muito fã dele, mas para mim, ele salvou o filme.

 

Devo de confessar que depois da Mulher-Maravilha, este foi o meu filme favorito do Universo da DC. É bastante notável as semelhanças que o filme tem com os filmes da Marvel, e o clima da DC não é de comédia, mas sim mais negro do que a Marvel. Mas, eu até acho que resultou bem. Adorei o personagem do Flash, e o seu humor fez-me rir imensas vezes. Também foi o filme em que mais gostei do Ben Affleck como Batman, até agora.

 

No entanto, este filme tem muitos aspetos negativos. Para começar, este é o filme em que a Gal Gadot representa pior o seu papel. Também achei que o seu sotaque a prejudicou bastante, mas não achei, de todo, que ela estivesse no seu melhor. Pelo contrário. O Aquaman é interessante, mas não deu para ter uma noção definida da sua personagem. E até gostei do Ciborgue, mas também deixou muito a desejar.

 

 

Achei que a história, apesar de simples, é das melhores que um dos novos filmes da DC já teve. No entanto, o súbito amor incondicional pelo Super-Homem apanhou-me desprevenido e fiquei super irritado ao ver os outros heróis da liga a se inferiorizarem perante ele. A música, apesar de começar bem e ter alguns momentos, perde-se no meio das cenas de ação (e isso não é nada a cara do Snyder), tornando-se aborrecida ao longo do filme.

 

Os efeitos especiais são dos piores que já vi num filme do género, e nem sei por onde começar. A remoção do bigode do Henry Cavill nas cenas que foram re-filmadas é bastante (mesmo muito) notável. É quase hilariante! E, sem dúvida, que tira imensa seriedade ao filme. Eu nem achei que essas cenas fossem necessárias. O vilão do filme também tem uma aparência irrealista. Ele só me fez lembrar um personagem de um jogo de consola, porque os "gráficos" estavam muito semelhantes! Cada vez que ele estava no ecrã, não parecia real e desvalorizava imenso, mais uma vez, a seriedade do filme.

 

Ver o Trailer

 

O filme está mesmo repleto de efeitos especiais e de cenas de ação, e apesar de haver bons momentos, os efeitos são tão maus que distraem bastante. Resumindo, se forem fãs da DC recomendo o filme. Caso não sejam, não vão perder nada.

 

A Minha Classificação:

Rotten Tomatoes: 40%

06
Fev18

O Paradoxo Cloverfield (Crítica)

Ontem vi o novo filme da Paramount Pictures, que acabou por ser lançado de surpresa no dia do Super Bowl, através da Netflix. O primeiro filme já vi há imenso tempo, mas não é dos piores do género - apesar de eu odiar os filmes de "vídeos na primeira pessoa". No entanto, o segundo filme, que ocorre ao mesmo tempo que o primeiro, 10 Cloverfield Lane é um dos melhores filmes que eu já vi.

 

Esse filme, é a prova de como uma boa história, um bom diretor e um bom elenco, podem fazer um filme de baixo custo, quase sempre no mesmo local. Recomendo a todos que vejam os dois primeiros filmes antes de ver este, mas se quiserem, vejam só o 10 Cloverfield Lane, porque esse vale mesmo a pena.

 

 

O Paradoxo Cloverfield era para sair nos cinemas de todo o mundo, mas tal como vai acontecer com A Aniquilação (outro filme da Paramount), ele acabou por ganhar exclusividade na Netflix. E não foi uma má decisão, de todo. O filme parece um filme de televisão e são poucos os momentos em que parece digno de um ecrã grande no cinema. A cinematografia é típica de uma série ou filme de televisão e há cenas em que só piora o filme.

 

Clica aqui para veres o trailer para O Paradoxo Cloverfield

 

A história começa interessante, especialmente para quem já viu os dois primeiros filmes. E até à metade do filme a história consegue ser cativante, misteriosa e os personagens são fortes o suficiente para nos prender à trama. Mas, após a metade do filme, a história e os personagens acabam por descarrilar. Os efeitos especiais não são maus, mas, mais uma vez, a cinematografia podia ter sido mais bem utilizada em certos momentos, em que só acaba por tornar o filme mais "barato". Mas existem algumas cenas em que os efeitos especiais não estão bem feitos.

 

 

Os personagens têm uma boa química entre eles, mas a história falha nos personagens individualmente, que precisavam de uma melhor ligação a certos eventos do seu passado, para que a audiência simpatiza-se mais com os eles. Assim, os momentos de tensão e emoção entre personagens não consegue atingir quem vê o filme.

 

Recomendo aos fãs deste tipo de filmes, que é inovador nalgumas frentes (como ter personagens de cor nos papeis principais). Mas, para quem não é fã, o filme pode-se tornar confuso e pode parecer muito um filme barato de televisão.

 

A minha classificação:

 

Classificação do Rotten Tomatoes: 17%

04
Fev18

The Commuter - O Passageiro (Crítica)

Se ainda não seguem o meu perfil no Twitter, devem fazê-lo. Pois, eu publico a minha reação dos filmes que estou a ver, logo assim que saio do cinema ou durante o mesmo. Foi o caso do filme que fui ver ontem, The Commuter - O Passageiro.

 

O filme demorou um pouco a ficar interessante e só a segunda parte do filme é que me cativou. Apesar da história ser um pouco previsível, tenta ser o mais realista que consegue. A história é misteriosa, mas o melhor mesmo são as cenas de ação que o maravilhoso Liam Neeson mostra que ainda é capaz de desempenhar na perfeição.

 

 

Os efeitos estão muito bem feitos, de uma forma realista e clara. O suspense tenta aumentar, mas eu nunca me senti perdido na história, nem tentado a descobrir o que se passava, pois não era assim tão misterioso. É um filme de ação. É o filme do Liam Neeson e é só mais um do género que ele já está farto de fazer.

 

No entanto, todos os desempenhos são muito bons. Destacando-se também a Vera Farmiga, que desempenha um papel misterioso na perfeição. A história podia ser mais interessante, mas também não me senti aborrecido a ver o filme. Foi um bom entretenimento.

 

 

A cinematografia é muito boa, tendo em conta que a maioria das cenas são realizadas no interior de um comboio, que, graças aos movimentos da câmara, nunca parece pequeno, nem limitar as possibilidades daquilo que se pode fazer num espaço pequeno.

 

Dito isto, recomendo a quem deseja ver um bom filme e passar um bom tempo, pois não se vão arrepender. No entanto, se não são fãs de filmes de ação e policiais, podem passar esta obra.

 

Clica aqui para veres o Trailer

 

A minha Classificação:

 

Classificação do Rotten Tomatoes: 58%

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